domingo, 14 de julho de 2013





De néctar embriagada,
a borboleta amarela
sussurra obcenidades coloridas
    ...



Solidão diz sim
A razão grita que não
Pobre coração.




Tão tarde...


Tu me amas... e agora é tão tarde...
Teu sorriso não me ilumina mais
somente em sonho meu olhar encontra o teu.

Tu me amas... e agora é tão tarde...
calaram-se nossos gemidos
Ao vento, somente lamúrias de solidão.

Tu me amas... e agora é tão tarde...
Apenas nos resta a lembrança
do que forjou em nosso ser
esse inverossímil amor.