tá me dando uma...poesia
Tá me dando uma nostalgia...
dum tempo meu de verdade
de quando as palavras sentiam
o dissentido da vida
tenho saudades, amor
do teu perdimento,
da tua busca...e de mim
querendo que te achasses aqui
E saudade de mim mesma
numa era de coragem, ousadia
e tu, nem estavas lá...
Mas também a saudade é de ti.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
abril/2007
pra que serve o vinho, afinal?
A taça de vinho está no fim
ainda não encontrei a resposta
porque nada queres de mim
nem ao menos me abres a porta
Me deixas aqui, aguardando
a resposta que não há de vir
e me consome a esperança
que me impede de fugir
Mais uma taça e talvez já não lembre
o quanto tua voz aquecia meus dias
do teu riso, que hoje me soa falso,
de alguém que só existiu em mim.
Pra que serve o vinho, afinal?
*******************************************************************************
aniversário
Todo dia preciso
lembrar quem és
e não quem eu desejei...
Queria tanto, que nem comparei
as datas das fotografias
e pensei que a culpa
só podia ser minha...
************************************************************************************
Tanta pobreza de espírito
escondida nesse véu revolucionário
Contradições...
Tenho visto muitas por essa vida afora.
Hipocrisia vestida de transparência.
Que saudade das inocências dos meus 17.
A taça de vinho está no fim
ainda não encontrei a resposta
porque nada queres de mim
nem ao menos me abres a porta
Me deixas aqui, aguardando
a resposta que não há de vir
e me consome a esperança
que me impede de fugir
Mais uma taça e talvez já não lembre
o quanto tua voz aquecia meus dias
do teu riso, que hoje me soa falso,
de alguém que só existiu em mim.
Pra que serve o vinho, afinal?
*******************************************************************************
aniversário
Todo dia preciso
lembrar quem és
e não quem eu desejei...
Queria tanto, que nem comparei
as datas das fotografias
e pensei que a culpa
só podia ser minha...
Tanta pobreza de espírito
escondida nesse véu revolucionário
Contradições...
Tenho visto muitas por essa vida afora.
Hipocrisia vestida de transparência.
Que saudade das inocências dos meus 17.
janeiro/2007
viver
Cheguei a uma conclusão:
Viver desgasta a gente.
E pinta de branco meus cabelos castanhos...
Cheguei a uma conclusão:
Viver desgasta a gente.
E pinta de branco meus cabelos castanhos...
´Hoje...
Hoje eu te vi na rua
Tanto tempo - quase não te conheci
e estavas tão diferente...
teu olhar já não tinha, amigo
a doce melancolia que outrora senti
Vi-te homem, decidido
Já não mais perdido em ti
Foi-se o charme que emanava da busca
E, agora que já não buscas
És um estranho pra mim
espera
Eu ficava mais bonita a cada dia
Só porque esperava o dia em que ia te encontrar
Mas o acaso não veio à tempo, nem nunca
A esperança tornou-se cansaço, pesou no peito
Pouco importa, agora, se anoiteceu
ou amanhecerá...
Eu ficava mais bonita a cada dia
Só porque esperava o dia em que ia te encontrar
Mas o acaso não veio à tempo, nem nunca
A esperança tornou-se cansaço, pesou no peito
Pouco importa, agora, se anoiteceu
ou amanhecerá...
e...
E o que posso dizer-te agora...
Que só um prato é posto à mesa
E já não há como esquentar a cama
E que as flores murcharam sem rega
E os tesouros - descobriu-se -
não passavam de lendas pueris?
nem sei como...
Fiz-te meu Anjo
E nem sei como
pude viver sem ti.
Fiz do teu corpo
o meu corpo
das tuas tristezas
as minhas.
Só não pude fazer das tuas
minhas alegrias
Essas deste àquela que vinha passando,
e te seqüestrou de mim...
Fiz-te meu Anjo
E nem sei como
pude viver sem ti.
Fiz do teu corpo
o meu corpo
das tuas tristezas
as minhas.
Só não pude fazer das tuas
minhas alegrias
Essas deste àquela que vinha passando,
e te seqüestrou de mim...
outubro/2006
Um dia...será?
E quando já não esperava teu olhar
Percebi que não eras quem eu pensei
Vi nos teus olhos um outro. Talvez...
aquele que tentaste me dizer que eras
E eu, cega, me neguei a conhecer
O homem que eu vi , e nunca foste
Talvez venhas a ser, quem sabe, um dia
Os caminhos não têm volta, percebe
Mas o que tiver que ser, meu amigo
Um dia será!
dói menos
Dói menos
dói menos
dói menos...
Resta só essa magoazinha
quase que despercebida
num cantinho mal varrido
do meu ser.
longe
Se eras para ela
não podias ser pra mim
e só agora percebi
que não eras quem eu via
que, se eu via, sonhava
e, se sonhava, voava (...voava e não via...)
voava pra longe, bem longe
distante demais...de ti...
e de mim...
sem rumo
meu peito, dilacerado
já não me indica pra onde
já não mostra um caminho
que valha a pena seguir.
um frio percorre meu corpo
vontade de chorar sem fim
as lágrimas vêm num soluço
e,então, nada espero de mim.
Os desígnios que me aqueciam
extinguiram-se à última chama
fico assim, só, sem esperança
de que o que queimou volte, enfim.
deriva
Vejo-te cambaleante
à deriva neste mar
que dizes ser de amor
e te leva onde pensas querer ir.
Vejo te tornares fraco
na doce ilusão da covardia
que te faz escolher
o morno para amar.
E faz sentir-te forte
pensas que vale a pena
trocar o nada em que acreditavas
pelo conforto do vazio
Curte cada momento
Que a vida te reserva muito
Fico aqui , calada
Esperando-te surgir
aprendo a vencer a mágoa
pra receber-te de volta,
já sem a ira dos rejeitados
ou a desesperança dos vencidos.
E quando já não esperava teu olhar
Percebi que não eras quem eu pensei
Vi nos teus olhos um outro. Talvez...
aquele que tentaste me dizer que eras
E eu, cega, me neguei a conhecer
O homem que eu vi , e nunca foste
Talvez venhas a ser, quem sabe, um dia
Os caminhos não têm volta, percebe
Mas o que tiver que ser, meu amigo
Um dia será!
dói menos
Dói menos
dói menos
dói menos...
Resta só essa magoazinha
quase que despercebida
num cantinho mal varrido
do meu ser.
longe
Se eras para ela
não podias ser pra mim
e só agora percebi
que não eras quem eu via
que, se eu via, sonhava
e, se sonhava, voava (...voava e não via...)
voava pra longe, bem longe
distante demais...de ti...
e de mim...
sem rumo
meu peito, dilacerado
já não me indica pra onde
já não mostra um caminho
que valha a pena seguir.
um frio percorre meu corpo
vontade de chorar sem fim
as lágrimas vêm num soluço
e,então, nada espero de mim.
Os desígnios que me aqueciam
extinguiram-se à última chama
fico assim, só, sem esperança
de que o que queimou volte, enfim.
deriva
Vejo-te cambaleante
à deriva neste mar
que dizes ser de amor
e te leva onde pensas querer ir.
Vejo te tornares fraco
na doce ilusão da covardia
que te faz escolher
o morno para amar.
E faz sentir-te forte
pensas que vale a pena
trocar o nada em que acreditavas
pelo conforto do vazio
Curte cada momento
Que a vida te reserva muito
Fico aqui , calada
Esperando-te surgir
aprendo a vencer a mágoa
pra receber-te de volta,
já sem a ira dos rejeitados
ou a desesperança dos vencidos.
setembro/2006
Essência
Meu corpo de te amar cristalizou-se
Minha alma, por buscar-te, se perdeu
a essência, por um mantra evocada
ao teu silêncio, dissipou-se, esvaeceu.
Quis gritar-te por socorro, mas a voz
dos pulmões à boca não chegou
e fui morrendo, aos poucos, congelada
já sem essência, sem alma, sem nada.
Meu corpo de te amar cristalizou-se
Minha alma, por buscar-te, se perdeu
a essência, por um mantra evocada
ao teu silêncio, dissipou-se, esvaeceu.
Quis gritar-te por socorro, mas a voz
dos pulmões à boca não chegou
e fui morrendo, aos poucos, congelada
já sem essência, sem alma, sem nada.
abril/2006
Aridez
No rosto árido
a última lágrima
a última lágrima
recusa-se a rolar.
Faz-se noite
Faz-se noite
sem jamais
ter-se feito dia.
março/2006
...
Quero ser luz...
só a noite me traduz
Quero ser foz
Sou meu próprio algóz
Tento ser forte, consistente
Rolo tal qual pedra de rio
Aguço meu corpo dormente
Resisto ao atrito, ao frio.
E essa saudade milenar
De tudo o que não vivi
Das coisas que quis te dar
Perdem-me por aí.
Em noites infindáveis
Sofro meus sonhos vadios
na busca de quem aporte
em meu cais seus desvarios.
contradição
Ia me reinventando
A cada passo que dava
Queria virar-me do avesso
Por ser de mim, ansiava
Sem depender, fui seguindo
Esse coração travesso
Queria viver cada segundo
Apaixonada, eu confesso
Passei a vida bordando
Bandeiras de liberdade
Foi assim, e vou vivendo
Em busca do amor de verdade
Quero ser luz...
só a noite me traduz
Quero ser foz
Sou meu próprio algóz
Tento ser forte, consistente
Rolo tal qual pedra de rio
Aguço meu corpo dormente
Resisto ao atrito, ao frio.
E essa saudade milenar
De tudo o que não vivi
Das coisas que quis te dar
Perdem-me por aí.
Em noites infindáveis
Sofro meus sonhos vadios
na busca de quem aporte
em meu cais seus desvarios.
contradição
Ia me reinventando
A cada passo que dava
Queria virar-me do avesso
Por ser de mim, ansiava
Sem depender, fui seguindo
Esse coração travesso
Queria viver cada segundo
Apaixonada, eu confesso
Passei a vida bordando
Bandeiras de liberdade
Foi assim, e vou vivendo
Em busca do amor de verdade
Diversos - agosto/2006
Origami
Rasguei-te do coração
que, de papel, amassou
como origami molhado,
desmantelou na minha mão.
Amores
Amores vêm e vão
Trazem coragem
Deixam pesares
Fazem cosquinha
Dão vertigem
Alegria estonteante
e a dor da agonia
de não se ter o amado!
Saudade, raiva, vazio
Quando tudo terminou.
Fica, então...a vontade...de amar de novo!
desperdício
Faz de mim o teu tesouro
Que eu quero é ser rainha
Adornada e nua em teus braços
Sentir-me frágil, inocente
Tira-me essa dor de viver
De ver-te desperdiçando a vida
Faz com que valha a pena
E, aí então...Veremos...
LUTO
Calem-se todos os gritos
Ventos cessem seus gemidos
Rios adiem sua busca
Congelem-se mares e lagos
E o tempo, pare de correr!
Meu coração está de luto
Chora ao reinado da dor
A esperança foi vencida
Por mentira, mesquinharia
E desejo do poder.
Rasguei-te do coração
que, de papel, amassou
como origami molhado,
desmantelou na minha mão.
Amores
Amores vêm e vão
Trazem coragem
Deixam pesares
Fazem cosquinha
Dão vertigem
Alegria estonteante
e a dor da agonia
de não se ter o amado!
Saudade, raiva, vazio
Quando tudo terminou.
Fica, então...a vontade...de amar de novo!
desperdício
Faz de mim o teu tesouro
Que eu quero é ser rainha
Adornada e nua em teus braços
Sentir-me frágil, inocente
Tira-me essa dor de viver
De ver-te desperdiçando a vida
Faz com que valha a pena
E, aí então...Veremos...
LUTO
Calem-se todos os gritos
Ventos cessem seus gemidos
Rios adiem sua busca
Congelem-se mares e lagos
E o tempo, pare de correr!
Meu coração está de luto
Chora ao reinado da dor
A esperança foi vencida
Por mentira, mesquinharia
E desejo do poder.
sexta-feira, 7 de abril de 2006
Caminhos ilusórios
Na ilusão dos caminhos
Vêm esses homens-meninos
fazem que amam ...ou não
mostram sorrisos caninos
e, como se viessem...vão.
Sentimentos falsos!
toda as palavras , vãs,
e, às lágrimas desperdiçadas
jazem mulheres dilaceradas
banhadas no vinho, em divãs.
Nos corpos velhos, cansaço
os sonhos fogem dali
fica na boca um amargo
a sensação de fiasco...
e vence a solidão em si.
Vêm esses homens-meninos
fazem que amam ...ou não
mostram sorrisos caninos
e, como se viessem...vão.
Sentimentos falsos!
toda as palavras , vãs,
e, às lágrimas desperdiçadas
jazem mulheres dilaceradas
banhadas no vinho, em divãs.
Nos corpos velhos, cansaço
os sonhos fogem dali
fica na boca um amargo
a sensação de fiasco...
e vence a solidão em si.
sábado, 18 de fevereiro de 2006
Ainda resisto um pouco
à idéia de soltar-te
porque voltei a viver
pela ilusão de te amar
queria pôr-te de lado
e apenas lembrar-te
ao encontrar um poema
no fundo de uma gaveta
fico pensando se resistirá a amizade
que é só o que podes me oferecer
esse sentimento distante, constrangido
que não sabe dizer não, nem sim...
à idéia de soltar-te
porque voltei a viver
pela ilusão de te amar
queria pôr-te de lado
e apenas lembrar-te
ao encontrar um poema
no fundo de uma gaveta
fico pensando se resistirá a amizade
que é só o que podes me oferecer
esse sentimento distante, constrangido
que não sabe dizer não, nem sim...
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006
terça-feira, 14 de fevereiro de 2006
Se eu me deixasse ficar um pouquinho mais
Seria tarde para voltar
Já não poderia viver sem teu olhar
E tua presença não me abandonaria jamais
Mais um minuto e estaria para sempre cativa
dependente do teu abraço
aprisionada por teus beijos
e abandonadamente obstinada em te dar prazer
Bastaria que proferisses duas palavras
Pra me prender eternamente
na tua teia de cetim e pétalas
condenar-me ao teu abraço, quente, acolhedor
Mais um instante e tu já não temerias mais nada
não te importaria o redor
somente te lembraria me amar
E, na sua hora, anunciar-se-ia o amanhã, por nós.
Seria tarde para voltar
Já não poderia viver sem teu olhar
E tua presença não me abandonaria jamais
Mais um minuto e estaria para sempre cativa
dependente do teu abraço
aprisionada por teus beijos
e abandonadamente obstinada em te dar prazer
Bastaria que proferisses duas palavras
Pra me prender eternamente
na tua teia de cetim e pétalas
condenar-me ao teu abraço, quente, acolhedor
Mais um instante e tu já não temerias mais nada
não te importaria o redor
somente te lembraria me amar
E, na sua hora, anunciar-se-ia o amanhã, por nós.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006
máscaras
Em casa
se esconde
sob máscaras
a paixão
que um dia
aconteceu
mas as máscaras
já não podem
ser arrancadas
fazem parte
de um contexto
em que o ardor
esqueceu de existir.
se esconde
sob máscaras
a paixão
que um dia
aconteceu
mas as máscaras
já não podem
ser arrancadas
fazem parte
de um contexto
em que o ardor
esqueceu de existir.
domingo, 5 de fevereiro de 2006
desamar-te
Queria desamar-te de repente
Assim como de repente te amei
As poucas recordações que tenho
Viriam de vez em quando
Num texto elegante, indiferente
Já não me acompanhariam
sem sossego, a todo o lugar,
as lembranças de ti, querido,
eu poderia viver novamente
encontrar quem pudesse me amar.
Mas não consigo...te amo tanto
E por meu amor nada te pedir
Só cresce esse meu sentimento
Em meio a todo o teu desapreço
No silêncio que vem me consumir.
Assim como de repente te amei
As poucas recordações que tenho
Viriam de vez em quando
Num texto elegante, indiferente
Já não me acompanhariam
sem sossego, a todo o lugar,
as lembranças de ti, querido,
eu poderia viver novamente
encontrar quem pudesse me amar.
Mas não consigo...te amo tanto
E por meu amor nada te pedir
Só cresce esse meu sentimento
Em meio a todo o teu desapreço
No silêncio que vem me consumir.
Recomeço
Recomeço
Naquele dia, acordei reversa
Já o vazio não era tão grande
E percebi que retomava
Minha própria dimensão
Reflexão
A vida invocava seu curso
Recomeçar é preciso
Por mim e mais ninguém
Chegara a hora de ir
Além
A face maldita, quem sabe
limitar-se-ia a algum poema
De rosas negras e morcegos
Ou sobre um dia nublado
Adormecido
Naquele dia, acordei reversa
Já o vazio não era tão grande
E percebi que retomava
Minha própria dimensão
Reflexão
A vida invocava seu curso
Recomeçar é preciso
Por mim e mais ninguém
Chegara a hora de ir
Além
A face maldita, quem sabe
limitar-se-ia a algum poema
De rosas negras e morcegos
Ou sobre um dia nublado
Adormecido
Descrença
Em teus olhos vi a esperança
e a tristeza de não se realizar
Tua voz é de descrença
de quem acreditou um dia poder acreditar.
E, então sigo na roda da vida
já sem saber o que falar...
Eu que sempre soube todas as palavras
Calo diante do teu olhar.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2006
segunda-feira, 23 de janeiro de 2006
Tu és o refúgio da minha mente inquieta
É a ti que evoco quando já não suporto
Os problemas do dia-a-dia
As discussões sem motivos
As rusgas de ódio, tristezas sem fim...
E quando todos os pensamentos
Parecem querer me esmagar
São teus olhos, lindos, ávidos
Tão vivos na minha lembrança
Que me acalmam, sossegam o espírito.
Fico, então, vagando
numa outra dimensão
Onde a esperança me leva
E o caminho e a atenção de que preciso
Estão tão presentes que me fazem sorrir.
É a ti que evoco quando já não suporto
Os problemas do dia-a-dia
As discussões sem motivos
As rusgas de ódio, tristezas sem fim...
E quando todos os pensamentos
Parecem querer me esmagar
São teus olhos, lindos, ávidos
Tão vivos na minha lembrança
Que me acalmam, sossegam o espírito.
Fico, então, vagando
numa outra dimensão
Onde a esperança me leva
E o caminho e a atenção de que preciso
Estão tão presentes que me fazem sorrir.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2006
quarta-feira, 11 de janeiro de 2006
última vez
Fui feliz pela última vez
não sabia que era a última
...mas foi...
E agora, como fico
Se tudo foi uma mentira???
Até a lembrança roubaram de mim
De última vez que eu fui feliz.
falta
Sinto falta de não ver
a alegria no teu olhar
De querer que fosse eu
a te fazer feliz
Porque se é dono,
eternamente
do riso que se faz rir
onde está?
Nunca mais ouvi tua voz
nem olhei nos olhos teus
ou li tuas palavras casuais
nenhum beijo ou carinho...
nada mais
Fico pensando por onde estarás
Talvez vivas com outra-certeza-
o que desejei para nós
Ou apenas estejas - duvido,
ainda perdido dentro de ti.
Acho mesmo que a alegria
que habitou meu coração
hoje vive no teu ser...
porque, senão...como explicar
que ela tenha sumido assim,
tão completamente de mim??
nem olhei nos olhos teus
ou li tuas palavras casuais
nenhum beijo ou carinho...
nada mais
Fico pensando por onde estarás
Talvez vivas com outra-certeza-
o que desejei para nós
Ou apenas estejas - duvido,
ainda perdido dentro de ti.
Acho mesmo que a alegria
que habitou meu coração
hoje vive no teu ser...
porque, senão...como explicar
que ela tenha sumido assim,
tão completamente de mim??
batalha
A cada dia que passa
espero não pensar em ti
Tento me convencer
que não és quem eu pensei
pra desiludir de vez
quem sabe te desprezar
e me desprender de ti,
definitivamente, amor!
espero não pensar em ti
Tento me convencer
que não és quem eu pensei
pra desiludir de vez
quem sabe te desprezar
e me desprender de ti,
definitivamente, amor!
anacrônico
Os anos carregam a esperança
Os dias fazem pesar o viver
Mas quando a paixão chega,
esqueço de tudo..
prá logo cair na solidão.
Tudo tão rápido..
que fica apenas
o vislumbre-pueril-
de um sentimento
anacrônico!
Os dias fazem pesar o viver
Mas quando a paixão chega,
esqueço de tudo..
prá logo cair na solidão.
Tudo tão rápido..
que fica apenas
o vislumbre-pueril-
de um sentimento
anacrônico!
paixão juvenil
Ah...
quem diria!
ainda sou capaz de sentir
essa paixão juvenil
que rói, esquenta, faz viver!
Mas...
a alma já cansada
não aguenta
a dor da desilusão
que sempre vem depois.
quem diria!
ainda sou capaz de sentir
essa paixão juvenil
que rói, esquenta, faz viver!
Mas...
a alma já cansada
não aguenta
a dor da desilusão
que sempre vem depois.
terça-feira, 27 de dezembro de 2005
queria ter entendido
os erros que cometi
pra fazer-me consciente
e saber que te perdi.
o amor erra por zelo,
por temor de ficar só
saudade fica doendo
antes de virar pó.
quisera ter compreendido
que a vida só nos leva
pra lugar desconhecido
não adianta procurar
Quanto mais se busca alguém
mais distante ele estará
tanto mais se queira amor
menos dele se terá.
Talvez baste ficar quieto
esperando ele chegar
se vier, não faça alarde
senão, arriscas fazê-lo voar.
os erros que cometi
pra fazer-me consciente
e saber que te perdi.
o amor erra por zelo,
por temor de ficar só
saudade fica doendo
antes de virar pó.
quisera ter compreendido
que a vida só nos leva
pra lugar desconhecido
não adianta procurar
Quanto mais se busca alguém
mais distante ele estará
tanto mais se queira amor
menos dele se terá.
Talvez baste ficar quieto
esperando ele chegar
se vier, não faça alarde
senão, arriscas fazê-lo voar.
sábado, 24 de dezembro de 2005
ao largo de mim
Já não acredito em mais nada
das tuas verdades,
das tuas mentiras
nem das minhas mortes e amores.
Já nada sei, por puro desânimo
do sofrimento e do alento;
o que me trouxeste à vida
e o que arrancaste de mim.
E tu...como se nada houvesse
ficas aí, sofrendo ou sorrindo
infinito e distante...como se eu
nunca tivesse estado aqui.
das tuas verdades,
das tuas mentiras
nem das minhas mortes e amores.
Já nada sei, por puro desânimo
do sofrimento e do alento;
o que me trouxeste à vida
e o que arrancaste de mim.
E tu...como se nada houvesse
ficas aí, sofrendo ou sorrindo
infinito e distante...como se eu
nunca tivesse estado aqui.
sábado, 17 de dezembro de 2005
Meu anjo!
Escrever tornou-se imperativo para mim. Parece mentira, mas a hora chegou. Já tinha desistido, até que um anjo tocou minha existência e me trouxe de volta a paixão.
Queria ter sido o anjo dele, também...não pude sê-lo. Não dependia só de mim. Espero ter-lhe trazido algo de bom, para além do desconforto que, eu sei, veio comigo. Porque eu estou viva novamente graças a ele. E não há dor que possa tirar isso de mim.
T.A.E.P.
Queria ter sido o anjo dele, também...não pude sê-lo. Não dependia só de mim. Espero ter-lhe trazido algo de bom, para além do desconforto que, eu sei, veio comigo. Porque eu estou viva novamente graças a ele. E não há dor que possa tirar isso de mim.
T.A.E.P.
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